Educadores do interior discutem a escola e o território no segundo dia da Jornada Pedagógica 2018

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No segundo dia da Jornada Pedagógica 2018, nas escolas do interior da rede estadual de ensino, professores, gestores, coordenadores pedagógicos e técnicos, além de representantes de pais e alunos, discutiram questões voltadas às escolas e aos Territórios de Identidade onde estão inseridas, dentro do tema geral do evento: “Aprendizagens e Territórios: Novos Rumos para a Educação do Século 21”. A jornada prossegue nas escolas estaduais até quarta (7).
Em Itabuna, Litoral Sul baiano (NTE 5), a professora Isabella Costa Melo, membro do Colegiado Escolar do Colégio Estadual de Itabuna, destacou que o tema tratado na Jornada Pedagógica já gerou um projeto que será iniciado no começo do ano letivo. “Definimos que vamos visitar todos os bairros que contemplam a nossa escola para conhecer o Território onde vivem os nossos estudantes e, com isso, possamos trabalhar o tema central com mais propriedade”, afirmou, ao acrescentar que, desde o ano passado, a escola tem estimulado, cada vez mais, a participação e o envolvimento da família no contexto escolar.
No Colégio Estadual Monteiro Lobato, no município de Firmino Alves, ligado ao Núcleo Territorial de Educação de Itapetinga (NTE 8), as comunidades escolar e local dialogaram em torno da contextualização da aprendizagem às potencialidades econômica e cultural do Território. A coordenadora pedagógica Sibele Nery, da Coordenação de Educação Básica do NTE 8, falou sobre a importância do debate para os alunos. “O colégio pode contribuir com a formação de seus estudantes a partir das vocações do nosso Território de Identidade, despertando o interesse dos alunos para esse contexto local”, avaliou.
No NTE 11 (Barreiras), a diretora do Núcleo, Maria Aparecida Vasco Chagas, ressaltou que o tema proposto na Jornada Pedagógica deste ano, enriquece o planejamento coletivo para um ano letivo exitoso. “O clima é de total integração, participação, dinamismo e criatividade, além de incentivo ao protagonismo juvenil. Professores, gestores, estudantes, pais de alunos e membros da comunidade local estão todos empenhados em dialogar a partir do tema geral proposto, visando a ressignificação dos conteúdos, ou seja, da aprendizagem, através da regionalização e da experiência de vida de cada estudante. Ao valorizarmos o contexto em que ele vive, estaremos ressignificando o seu processo de aprendizagem e, consequentemente, o motivando”.